RT, licença sanitária, FDS, rotulagem GHS, inventário químico e produtos controlados, com um engenheiro químico que acompanha a sua operação. Atendimento remoto em todo o Brasil.
A licença sanitária depende de responsável técnico e da documentação da atividade.
Melhor nascer regular do que corrigir depois, com a operação rodando.
Indústrias e contratantes cobram documentação técnica na homologação de fornecedor.
O conselho cobra registro e responsável técnico conforme a atividade básica da empresa.
Polícia Federal e Exército têm licença, cadastro e controle de movimentação próprios.
A substituição precisa ser comunicada ao conselho e aos órgãos sem deixar a empresa descoberta.





Engenheiro químico formado pela UFBA, engenheiro de segurança do trabalho e fundador da Scaletec. Você fala direto com quem assina os documentos, do diagnóstico ao acompanhamento.
"Conformidade não é burocracia. É o que mantém a operação rodando."
Não. Depende da atividade, do produto e do órgão que fiscaliza. Fabricar, fracionar, diluir ou reembalar produto químico tende a exigir RT. Revender em embalagem fechada pode não exigir. Veja o artigo Responsável técnico para distribuidora: quando é obrigatório.
Pode, com registro ativo no conselho regional de química e atribuições compatíveis com a atividade da empresa.
Depende da atividade e do órgão. Definimos a frequência de acompanhamento conforme o que a sua operação exige, e isso fica escrito na proposta.
É um contrato mensal. O valor depende da atividade, do porte e do número de unidades. Você recebe a proposta depois do diagnóstico gratuito.
Sim. Atendemos de forma remota em todo o Brasil.
Agende o diagnóstico gratuito: em uma reunião, você sai sabendo o que a norma exige para a sua atividade.